quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MEU QUERIDO OBJETO HISTÓRICO

O objeto histórico que possuo é uma boneca que tem um valor bastante significativo, pois é um marco da minha infância, que por sinal foi bastante boa. A história da boneca em minha vida começou assim: quando eu tinha cinco anos de idade, uma certa manhã eu liguei a televisão e vi a propaganda de uma boneca chamada BABY BARRIGUINHA, logo que vi gostei e pedi para minha mãe comprar. Depois de alguns dias quando eu estava indo pra o Ballet na companhia de minha mãe, uma amiga e a mãe dela, vimos uma loja que estava vendendo a tão querida boneca, minha amiga e eu ficamos encantadas, daí nossas mães combinaram de comprar, sendo que no dia de comprar minha mãe não pode ir, daí a mãe da minha amiga foi e comprou as duas. Ao chegar em casa depois da escola fiquei bastante ansiosa pela chegada da boneca, minha amiga nem se fala, não via a hora da mãe dela chegar com as bonecas. Quando finalmente a mãe dela chegou, nós abrimos a caixa e retiramos as bonecas, pra minha surpresa a minha baby barriguinha veio com defeito, lembro-me que fiquei tão triste, pois a minha boneca não funcionava e a da minha amiga não possuía defeito algum. Não teve jeito, no dia seguinte minha mãe foi trocar na loja, assim que ela chegou em casa eu não desgrudei mais da boneca, até dormir comigo a boneca dormiu, tenho tanto carinho por ela que até hoje eu guardo com um maior cuidado!

Analisando um filme

Este filme é baseado numa história real. O personagem Ueno, o dono do cão, foi interpretado pelo ator Richard Gere. O cão é lembrado por sua lealdade ao seu dono até mesmo depois do falecimento do mesmo. No ano de 1924 o cão (Hachiko) foi trazido por seu dono Hidesaburo Ueno, que era professor de agricultura da Universidade de Tóquio. O cão acompanhava o seu dono todos os dias até a estação de comboios de Shibuya, e também ia buscar o mesmo na estação geralmente no mesmo horário de costume. Após algum tempo o seu dono não retornou, pois o mesmo morrera vítima de um AVC em seu trabalho, o cão ficou ao lado do corpo no velório a noite toda. O mesmo foi enviado para morar com os familiares do seu dono, sendo que sempre fugia para a sua antiga casa. Todos os dias o cão ia no mesmo horário esperar seu dono voltar na estação e só saía de lá quando sentia fome, caso contrário ficava esperando. Essa rotina perdurou dez anos, ele já era conhecido na estação.  A sua fidelidade ao seu dono era imensa que chamou atenção até dos jornais, revistas e o povo japonês. No dia 21 de abril de 1934 esculpiram uma estátua de bronze no portão da bilheteria da estação Shibuya, além dessa homenagem escreveram um poema com o título: Linhas para um cão leal. No ano de 1929 o cão contraiu sarna que quase o levou a falecer, porém, com o passar do tempo o cão envelheceu e veio a morrer no dia oito de março de 1935, Hachiko morreu com onze anos, ele passou nove anos e dez meses a espera de seu dono.